Plano de EnsinoURI Câmpus de Erechim
 

PLANO DE ENSINO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

Disciplina: Farmacotécnica II

Código: 40-109

Carga Horária: 90h (T 45 - P 45)

Número de Créditos: 06

 

 

1 EMENTA

Formas farmacêuticas sólidas: pós, granulados, cápsulas e comprimidos; formas farmacêuticas de liberação  modificada; formas farmacêuticas estéreis: injetáveis, oftálmicas, nasais e otológicas.

 

2 OBJETIVOS

2.1 OBJETIVO GERAL

Compreender as bases teóricas e práticas no preparo de formas farmacêuticas sólidas intermediárias e finais e formas farmacêuticas estéreis.

 

3 CONTEÚDOS CURRICULARES

- Pré-formulação: noções, objetivos, propriedades físicas das partículas sólidas (granulometria, densidade, empacotamento particular, fluxo).

- Pós: objetivos, vantagens e limitações, tecnologia de obtenção de pós (operações de secagem, moagem, tamisação e mistura), equipamentos, adjuvantes farmacêuticos, formulação de pós.

- Granulados: objetivos, vantagens e limitações, mecanismos de obtenção de granulados, tecnologia de obtenção  (via seca, via úmida), formulação de granulados, granulados efervescentes, equipamentos.

- Cápsulas: objetivos, vantagens e limitações, produção de invólucros, formulação de cápsulas, equipamentos, controle em processo; cápsulas moles (características, formulação, processos de obtenção).

- Comprimidos: objetivos, vantagens e limitações, tipos de comprimidos (desintegráveis, mastigáveis, efervescentes, sublinguais), tecnologia de obtenção (compressão direta e compressão com granulação prévia, equipamentos, controle em processo.

- Modulação da Liberação de Fármacos: Revestimento (objetivos, tecnologia de revestimento peliculado e  drageamento, revestimentos funcionais), Liberação Modificada, Sistemas Transdérmicos.

- FF Estéreis: conceitos (esterilidade, apirogenicidade, isotonicidade), vias de administração parenterais  (intravenosa, intramuscular, subcutânea, intradérmica), formas farmacêuticas utilizadas, veículos oleosos e aquosos; preparações oftálmicas, nasais e otológicas.

 

4 METODOLOGIA

Serão ministradas aulas expositivas e dialogadas onde o professor terá o papel de mediador do processo de  construção do conhecimento do aluno utilizando instrumentos como leituras, seminários em grupo e estudos dirigidos.

 

5 AVALIAÇÃO

Serão realizados processos avaliativos levando em consideração o crescimento/construção/reconstrução do aluno ao longo da disciplina, por meio de diferentes instrumentos baseados em atividades escritas, orais, participação e  desenvolvimento de seminários e estudos dirigidos.

 

 

BIBLIOGRAFIA

6 BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ANSEL, Howard C.; POPOVICH, Nicholas G; ALLEN, Loyd V. Farmacotécnica: formas farmacêuticas & sistemas de liberação de fármacos. 6. e 8 ed. São Paulo: Premier, 2000 e 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. COMISSÃO PERMANENTE DE REVISÃO DA FARMACOPÉIA BRASILEIRA. Farmacopéia brasileira: parte I e II. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 1988 e 2000.

PRISTA, L. Nogueira; ALVES, A. Correia; MORGADO, Rui. Tecnologia farmacêutica. 6. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996 e 2002.

 

7 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

AULTON, Michael E. Delineamento de formas farmacêuticas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.

FERREIRA, Anderson de Oliveira. Guia prático da farmácia magistral. 3. ed. São Paulo: Pharmabooks, 2008.

GENNARO, Alfonso R. Remington: the science and practice of pharmacy . 20 ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2000.

KIBBE, Arthur H (Edit.). Handbook of pharmaceutical excipients. 3. ed. Washington: American Pharmaceutical Association, 2000.

LACHMAN, Leon; LIEBERMAN, Herbert A.; KANING, Joseph L. Teoria e prática na indústria farmacêutica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2001.

Legislação vigente para as Boas Práticas de Fabricação e Controle de Medicamentos em escala magistral e industrial (disponível do site da ANVISA http://e-legis.anvisa.gov.br).

 

 

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