Plano de EnsinoURI Câmpus de Erechim
 

PLANO DE ENSINO

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Disciplina: BOTANICA SISTEMATICA II

Código: 20-537

Carga Horária: 80h (Teórica: 30h)  (Prática: 20h) (TDE: 20h) (EXT: 10h)

Nº de Créditos: 04

Pré-requisitos: 20-532

 

Ementa

A disciplina trata do estudo taxonômico e evolutivo dos filos Coniferophyta, Cycadophyta, Ginkgophyta, Gnetophyta e Antophyta. Os sistemas de classificação vegetal e os fundamentos da Botânica Sistemática.

 

Objetivos

- A disciplina objetiva fornecer aos alunos o conhecimento para identificar, determinar, caracterizar, exemplificar e agrupar os vegetais pertencentes aos grupos Coniferophyta, Cycadophyta, Ginkgophyta, Gnetophyta e Antophyta.

 

Conteúdos Curriculares:

UNIDADE 1 - Filo Cycadophyta

- Cycadaceae, Zamiaceae, Stangeriaceae

UNIDADE 2 - Filo Ginkgophyta

- Ginkgoaceae

UNIDADE 3 - Filo Coniferophyta

- Pinaceae

- Taxodiaceae

- Cupressaceae

- Podocarpaceae

- Cephalotaxaceae

- Araucariaceae

- Taxaceae

UNIDADE 4 - Filo Gnetophyta

UNIDADE 5 - Filo Antophyta

- Angiospermas Basais: Amborellaceae, Nymphaeaceae, Austrobayleiales

- Complexo Magnoliídeo:

- Canellales, Piperales, Laurales, Magnoliales

- Monocotiledôneas:

- Arales

- Alismatales

- Asparagales

- Arecales

- Poales

- Zingiberales

- Eudicotiledôneas:

- Ranunculaes

- Proteales

- Malpighiales

- Fabales

- Rosales

- Cucurbitales

- Myrtales

- Malvales

- Sapindales

- Lamiales

- Solanales

- Aquifoliales

- Apiales

- Asterales

 

Metodologia

Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais nos alunos, as aulas, de forma variada, terão como metodologias: a tradicional (expositivo-dialogadas com estudos dirigidos), a ativa e a sócio-interacionista (professor como mediador de atividades em que os alunos trabalham em equipes e interagem com a comunidade universitária). No intuito de desenvolver as competências inerentes a disciplina, serão utilizados recursos de multimídia como projetores de imagem e vídeo, computador, sala de aula, biblioteca física e virtual (visando pesquisas individuais e em equipe). Também serão realizadas aulas práticas laboratoriais e de campo para identificação dos diferentes grupos vegetais e montagem de exsicatas e herbário. Os alunos desenvolverão Trabalhos Discente Efetivos totalizando 20h. Tembém é previsto com a popularização da ciências 10 horas de extensão em que o acadêmico desenvolve atividdes junto a comunidade.

 

Avaliação

O sistema de avaliação desta disciplina está de acordo com o que determina o Regimento Interno da URI, Resolução nº 2318/CUN/2017- Capítulo XI, Subseção VII, Art.85-92 “do planejamento de ensino e da avaliação da aprendizagem”. Para atender este novo modelo acadêmico prevê que os resultados acadêmicos sejam expressos em pontos acumulados de zero (0) a dez (10), sendo que 80% da nota poderão ser referentes a provas presenciais e/ou práticas, atividades e trabalhos. E 20% da nota será atribuída por meio dos Trabalhos Discentes Efetivos e avaliação das atividades de aulas com metodologias diferenciadas.

 

BIBLIOGRAFIA

Bibliografia Básica

JUDD, W.S. et al. Sistemática Vegetal: um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: ArtMed, 2009.

SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Chave de identificação: para as principais famílias de angiospermas nativas e cultivadas do Brasil. São Paulo-SP: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2007.

SOBRAL, M., JARENKOW, J.A., BRACK, P., IRGANG, B., LAROCCA, J.; RODRIGUES, R.S. Flora Arbórea e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. 2. ed. São Carlos: RIMA/Novo Ambiente, 2013.

 

Bibliografia Complementar:

BOLDRINI, I.I. et al. Morfologia e taxonomia de gramíneas sul-rio-grandenses. Porto Alegre: UFRGS, 2008.

JOLY, A.B. Botânica: introdução à taxonomia vegetal. São Paulo: Nacional, 1998.

MARCHIORI, J. N. C. Dendrologia das gimnospermas. Santa Maria: Universidade Federal de Santa Maria, 1996.

McNEILL, J. (Coord.). Código internacional de nomenclatura para algas, fungos e plantas (Código de Melbourne). São Paulo: Instituto de Botânica, 2013.

RIZZINI, C.T. Árvores e madeiras úteis do Brasil: manual de dendrologia brasileira. São Paulo: Edgard Blücher, 2000.

 

Notícias do Curso

Ver todas