Plano de EnsinoURI Erechim
 

PLANO DE ENSINO

Departamento de Ciências da Saúde

Disciplina: Atenção Integral a Saúde do Adulto I

Código: 40-877

Carga Horária: 60 (Teórica: 30)  (Prática: 30)     

Créditos: 04

 

1 EMENTA

Panorama e contextualização das doenças crônicas não transmissíveis e das doenças transmissíveis de impacto epidemiológico na saúde pública. Avaliação clínica do indivíduo adulto nos diferentes contextos de atenção à saúde. Fisiopatologia, manifestações clínicas, fatores de risco, prevenção, tratamento e cuidados de enfermagem.  Processo de Enfermagem no atendimento ao adulto em condições vulneráveis de saúde por doenças crônicas não transmissíveis e por doenças transmissíveis de interesse à vigilância em saúde. Biossegurança. Infecções relacionadas a assistência a saúde.

 

2 OBJETIVOS

Instrumentalizar o acadêmico, técnica e cientificamente para desenvolver o raciocínio clínico e elaborar intervenções ao adulto sob doenças crônicas não transmissíveis, doenças transmissíveis de importância socioepidemiológica nos diferentes contextos de atenção à saúde.

 

3 CONTEÚDOS CURRICULARES

3.1 Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCTN)

Fisiopatologia das Principais DCNT (doenças cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas, diabetes mellitus e neoplasias);

Vigilância de doenças crônicas não transmissíveis;

Principais fatores de risco: tabagismo, Consumo Nocivo de Álcool, Atividade física insuficiente, alimentação não saudável;

Plano de ações estratégicas para o enfrentamento de doenças crônicas não transmissíveis: Diretrizes e ações nos eixos: vigilância, informação, avaliação e monitoramento; promoção da saúde; cuidado integral.

 

3.2 Doenças Transmissíveis

Estudo das principais doenças transmissíveis de importância sócio epidemiológica, epidêmica ou endêmica:  Influenza, Doença Meningocócica e outras Meningites, Coqueluche, Difteria, Poliomielite/Paralisia Flácida Aguda, Sarampo, Rubéola, Varicela/Herpes-Zóster, Tétano, Caxumba, Tuberculose, Hanseníase, Hepatites, AIDS, Dengue, Infecção pelo Zika vírus, Febre do Chikungunya, Febre amarela, Infecções Sexualmente Transmissíveis, Febre maculosa, Leishmaniose, Doença de chagas, Leptospirose.

Outras doenças ou agravos emergentes e/ou reemergentes de impacto no contexto da saúde pública/coletiva.

Segurança do paciente no contexto do cuidado.

Infecções relacionadas a assistência à saúde (IRAS): Legislação. Prevenção. Multirresistência.

  

4 METODOLOGIA

A disciplina será desenvolvida por meio de aulas teóricas e atividades teórico-práticas, utilizando as metodologias ativas como método de ensino-aprendizagem. Discussão e resolução de exercícios clínico epidemiológicos com base em situações vivenciadas no SUS. Participação ativa nas práticas de cuidado na Rede de Saúde a Saúde, com base nos fluxogramas e protocolos/diretrizes clínicas e linhas de cuidado.

 

 

 

5 AVALIAÇÃO

O Processo de avaliação será baseado nos conhecimentos, habilidades, atitudes e especificidades do cenário relativo aos conteúdos curriculares desenvolvidos. Serão utilizados diversificados dispositivos que possam garantir a avaliação somativa e formativa da progressão do estudante, ao longo do curso, permitindo acompanhar o desenvolvimento de competências.

 

BIBLIOGRAFIA

6 BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde: volume único. Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 3ª. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2019.

BRASIL. Ministério da Saúde. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. 8. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2010.

COUTO, Renato Camargos et al. Infecção hospitalar e outras complicações não-infecciosas da doença: epidemiologia, controle e tratamento. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.

 

 

7 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BELDA JÚNIOR, Walter. Doenças sexualmente transmissíveis. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2009.

KLEBA, Maria Elizabeth; RASZL, Simone Moraes; GAMBORGI, Geni Portela (Org.). Enfermidades transmissíveis: situações emergentes e questões teóricas. Chapecó: GRIFOS, 1999.

RIO GRANDE DO SUL. Secretaria da Saúde. Seção de controle da AIDS: programa de controle da AIDS. Porto Alegre: Secretaria da Saúde e do Meio Ambiente do RS, 1997.  

TAVARES, Walter; MARINHO, Luiz Alberto Carneiro (Edit.). Rotinas de diagnóstico e tratamento de doenças infecciosas e parasitárias. São Paulo: Atheneu, 2005.

VERONESI, Ricardo; FOCACCIA, Roberto (Coord.). Tratado de infectologia. 4. ed., rev. e atual. São Paulo: Atheneu, 2010. V.1 e V.2.

 

Notícias do Curso

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