Plano de EnsinoURI Câmpus de Erechim
 

PLANO DE ENSINO

Departamento de Ciências Agrárias

Disciplina: Culturas Agrícolas I

Código: 50-429

Carga Horária: 80h (Teórica: 60h)  (Prática: 20h)

Créditos: 04

 

Ementa

Estudo do cultivo e manejo das principais culturas de outono-inverno de interesse econômico.

 

Objetivos

A disciplina visa proporcionar ao estudante para ser capaz de: identicar, caracterizar e manejar as principais culturas de outono-inverno de interesse econômico, dando ênfase ao estudo das principais características agronômicas, a fisiologia das plantas, a nutrição mineral, ao manejo de doenças, pragas e plantas daninhas, a colheita e a industrialização. Exercer a profissão de forma articulada aos novos conhecimentos na era da tecnologia da informação. Aprimorar a capacidade de análise e síntese. Fornecer um horizonte sobre os conhecimentos necessários para sua formação. Habilidade de trabalho em equipe. Capacidade de interpretação e solução de problemas reais ou simulados de práticas reais.

Buscando-se atender estas competências e habilidades alguns objetivos específicos são delineados:

- Proporcionar ao estudante conhecimento e compreensão da atuação do Engenheiro Agrônomo, sobre o cultivo de culturas de outono-inverno.

- Apresentar e proporcionar vivências ao discente com o uso de técnicas e equipamentos voltados a o cultivo de culturas de outono-inverno.

- Motivar o discente do Curso, estimulando-o a buscar e aplicar as novas técnicas na organização, manejo e administração de áreas agrícolas.

- Fornecer as bases técnicas para o estudante conseguir elaborar um raciocínio lógico prático diante dos diferentes cenários agrícolas.

 

Conteúdos Curriculares

UNIDADE DE ENSINO 1 - Culturas de outono-inverno: canola.

1.1. Características agronômicas.

1.2. Respostas fisiológicas aos fatores de produção.

1.3. Técnicas de cultivo.

1.4. Potencialidade e perspectivas da cultura.

 

UNIDADE DE ENSINO 2 - Culturas de outono-inverno: trigo.

2.1. Características agronômicas.

2.2. Respostas fisiológicas aos fatores de produção.

2.3. Técnicas de cultivo.

2.4. Potencialidade e perspectivas da cultura.

 

 

UNIDADE DE ENSINO 3 – Culturas de outono-inverno: cevada.

3.1. Características agronômicas.

3.2. Respostas fisiológicas aos fatores de produção.

3.3. Técnicas de cultivo.

3.4. Potencialidade e perspectivas da cultura.

 

UNIDADE DE ENSINO 4 – Culturas de outono-inverno: centeio.

4.1. Características agronômicas.

4.2. Respostas fisiológicas aos fatores de produção.

4.3. Técnicas de cultivo.

4.4. Potencialidade e perspectivas da cultura.

 

UNIDADE DE ENSINO 5 – Culturas de outono-inverno: Triticale.

5.1. Características agronômicas.

5.2. Respostas fisiológicas aos fatores de produção.

5.3. Técnicas de cultivo.

5.4. Potencialidade e perspectivas da cultura.

 

UNIDADE DE ENSINO 6 - Culturas de outono-inverno: aveia.

6.1. Características agronômicas.

6.2. Respostas fisiológicas aos fatores de produção.

6.3. Técnicas de cultivo.

6.4. Potencialidade e perspectivas da cultura.

 

Metodologia

Visando desenvolver competências técnicas, cognitivas e comportamentais nos estudantes, as aulas, de forma variada, terão como metodologias: a tradicional (expositivo-dialogadas com estudos dirigidos), a ativa e a sócio-interacionista (professor como mediador de atividades em que os estudantes trabalham em equipes e interagem com a comunidade universitária). No intuito de desenvolver as competências inerentes a disciplina, serão utilizados recursos de multimídia como projetores de imagem e vídeo, computador (internet, planilhas eletrônicas, software de simulação), laboratórios diversos, área experimental, sala de aula, biblioteca física e virtual (visando pesquisas individuais e em equipe). Os estudantes desenvolverão Trabalhos Discente Efetivos no total de 20h, que poderão ser, conforme a necessidade, estudos de caso, pesquisas bibliográficas, resolução de problemas, lista de exercícios, produção de vídeos, modelagem e protótipos. A fixação dos conteúdos será por meio de resolução de exercícios e problemas, estudos de caso, atividades de laboratório e relatórios. A disciplina também prevê 10h de atividades de extensão.

 

Avaliação

A avaliação da disciplina se propõe a verificar se as competências propostas neste plano de ensino foram desenvolvidas pelo acadêmico, por meio dos seguintes instrumentos de avaliação: provas escritas (avaliação de competências técnicas e competências cognitivas); Trabalhos Discentes Efetivos valendo 20% da média final da disciplina (avaliação de competências técnicas e competências cognitivas); relatórios de experimentos de laboratório e de outras atividades práticas (avaliação de competências técnicas, cognitivas e comportamentais), e avaliação das atividades de aulas com metodologia diferenciada (avaliação de competências técnicas, cognitivas e comportamentais). As aulas com utilização de metodologia ativa terão, especialmente, mas não exclusivamente, avaliação contínua, ou seja, avaliação constante do desempenho técnico, cognitivo e comportamental dos estudantes para possíveis redirecionamentos metodológico/educativos.

 

BIBLIOGRAFIA

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BORÉM, A; SCHEEREN, P. L. Trigo: do Plantio a Colheita. Editora: UFV. Edição: 2015.

GASSEN, Dirceu Neri. Informativos técnicos Cooplantio. Passo Fundo: Aldeia Norte, 2002.

OSÓRIO, Eduardo Allgayer. A cultura do trigo. São Paulo: Globo, 1992.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ANTUNIASSI, Ulisses Rocha; BOLLER, Walter (Org.). Tecnologia de aplicação para culturas anuais. Passo Fundo: Aldeia Norte, 2011.

BASSO, Claudir José. Manual de identificação das principais pragas, doenças e algumas deficiências nutricionais na cultura do algodoeiro, da soja e do milho. Frederico Westphalen: Grafimax, 2009.

CUNHA, Gilberto Rocca da. El Niño, La Niña, oscilação do sul e seus impactos sobre as culturas de trigo e de cevada no Brasil. Passo Fundo: Embrapa Trigo, 2000.

GASSEN, Dirceu Neri. Informativos técnicos Cooplantio. Passo Fundo: Aldeia Norte, 2002.

PASSOS, Sebastião M. Godoy Passos. Principais culturas I. 2. ed. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1984.

 

Notícias do Curso

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