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Professor de Medicina alerta sobre as formas de prevenção do coronavirus

05/03/2020 - 1837 exibições

   



O novo coronavírus (COVID-19), identificado no final do ano de 2019, na China, como causa de doença respiratória, como consequência da circulação das pessoas pelo mundo, vem sendo identificado em cada vez mais países. Como os outros vírus respiratórios, inclusive os outros coronavírus que infectam o ser humano, é transmitido por contato direto ou indireto com alguém doente.

Segundo o médico e professor do Curso de Medicina da URI, Leandro Gritti, “o quadro clínico é variável, desde sintomas semelhantes a um resfriado comum até quadros graves de pneumonia por coronavírus e insuficiência respiratória. Conforme os dados disponíveis até o momento, a taxa de mortalidade associada ao vírus é de 2 a 3%, podendo chegar em torno de 14% entre os idosos. Como todo processo infeccioso, o maior risco de doença grave e morte ocorre na população idosa e nas pessoas com doenças de base, ou seja, crônicas”.

Para Gritti, não existe, até o momento, um tratamento específico para o coronavírus. Por isso, as medidas preventivas são importantes, inclusive porque previnem a disseminação de outras doenças respiratórias virais, como a influenza(gripe).

O professor, que ministra as disciplinas de Fisiologia Médica e Clínica Médica, informa sobre que medidas podem ser adotadas. “Para reduzir o risco de contaminação com o coronavírus devemos lavar as mãos várias vezes ao dia (além de antes das refeições), evitar colocar as mãos no rosto (olhos, boca e nariz), utilizarmos álcool gel 70% para a higienização das mãos e álcool líquido a 70% para desinfecção de superfícies. Além disso, ao utilizar banheiro público, usar o cotovelo para abrir/fechar a porta e utilizar o papel toalha para fechar a torneira após a realização da lavagem das mãos. Também é importante manter distância de 1 a 2 metros de alguém visivelmente doente e tossindo. Ao tossir, espirrar ou assoar o nariz, usar lenços descartáveis e não esquecer de higienizar as mãos em seguida”, frisou Gritti.

Por último, o médico lembra que as pessoas não podem deixar de fazer a vacina da gripe (influenza).


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